Há poesia em cada dia! Hoje é

Bossa Nova

Privilégio de ouvir o maestro:



Bossa Nova

para Tom Jobim


Antonio era Passarim,

mas não Passarim pequeno,

Passarim Grande.

Antonio era gaivota,

marinha e máxima,

mansa e maiúscula,

sonora e sensível.

Antonio caminhava em ondas

como o deslizar insinuante

do ritmo ondulado da calçada

da Praia de Copacabana.

Quando caminhava, chapéu

na cabeça, óculos no rosto,

charuto e sorriso nos lábios,

ecoando na brisa marítima.

Pianista de Hamelin, atraía

as jovens crianças para

o mundo da Bossa...

3 comentários:

Mara Farias disse...

O adorável Tom Jobim prevalece em nossas vidas para sempre como homem e como poeta!

Marcos R. B. Lima disse...

Olá, Mara!

Certa vez conversava com um colega que me perguntou se eu gostava mais de Tom Jobim ou de Vinicius de Moraes. Acho que Vinicius era um gênio, mas Tom era um iluminado! Vinicius era melhor poeta, mas a consciência musical de Tom era brilhante e tudo o que fazia virava clássico instantaneamente - sendo que juntos, os dois levam o mérito por incorporar elementos eruditos e populares ao nosso cancioneiro nacional.

Abraços!

Anônimo disse...

Amo
Amei
Me emocionei!

Andreia
(audray)

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