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Bandeira brasileira

Bandeira brasileira
para Alfredo Volpi

Nossas matas não são verde bandeira.
Nosso verde é sujo, impuro.
Verde espalhado e sem rumo.
Cor que progride sem ordem na bandeira.

Nada de losango!
Losango não é forma brasileira!
Nosso ouro é uma banana
amarela, fruta brasileira!

Nosso céu também é impuro.
Nosso céu é Brasil miscigenado.
Um retângulo mal recortado
que corta os sonhos do povo.

Nosso círculo é preto e branco,
ferido ao meio por nossas raças.
No lugar das estrelas, uma bandeira
branca, beija e balança!


"Bandeira brasileira", s/data - coleção Banco Central do Brasil

Ação Interna

E aí vai:


Ação Interna


Meu coração é isolado
por máscaras. Uso luvas
cirúrgicas para o seu amor,
cheio de “não me toques”.

Recanto Risonho (Abertura)

O soneto a seguir será o de abertura para a série já começada:


Recanto Risonho (Abertura)


Angulus Ridet: Recanto Risonho!
A sentença em latim no brasão
da cidade resume a ilusão
que vivemos nesta terra de sonho!

Recanto mais puro do litoral
paulista: tuas sempre cristalinas
águas que ofuscam as nossas retinas
com um brilho singular, sem igual.

Mas Itanhaém não é natureza
apenas. Cidade de personagens
fortes, mas de grande delicadeza.

Veremos textos que evocam imagens
importantes e de grande beleza.
Prontos para as próximas viagens?

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